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Pastores faziam empréstimos, lavavam dinheiro e levavam celulares a presídios por meio de projeto de evangelização.

Pastores faziam empréstimos, lavavam dinheiro e levavam celulares a presídios por meio de projeto de evangelização.

Uma investigação conduzida pelas forças de segurança apontou que uma família ligada a um projeto de evangelização carcerária é suspeita de utilizar a iniciativa para beneficiar integrantes da facção criminosa Comando Vermelho dentro e fora do sistema prisional.De acordo com as apurações, os investigados teriam usado o programa de assistência religiosa para introduzir aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE), além de atuar como intermediários entre presos e pessoas em liberdade, repassando recados e ordens atribuídas à organização criminosa.A Operação Fariseus foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (16) pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), em conjunto com a Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), com o objetivo de cumprir medidas judiciais e aprofundar as investigações sobre o suposto esquema.Em entrevista à imprensa na sede da GCCO, o delegado Victor Hugo afirmou que as investigações identificaram diversos benefícios que teriam sido prestados à facção. Entre eles, segundo o delegado, estão a suspeita de lavagem de dinheiro e a contratação de empréstimos em nome de pastores para favorecer integrantes da organização criminosa.As investigações seguem em andamento e buscam esclarecer a participação de cada um dos envolvidos, bem como a extensão das atividades investigadas. Os suspeitos terão direito ao contraditório e à ampla defesa durante o processo.#viral #matogrosso #

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