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Ginecologista relata caso de pelos de gato enrolados no fio do DIU e alerta para importância do exame físico !

Ginecologista relata caso de pelos de gato enrolados no fio do DIU e alerta para importância do exame físico !

Um relato feito por uma ginecologista chamou atenção nas redes sociais ao expor um caso incomum identificado durante atendimento clínico, envolvendo uma paciente com queixa de mau cheiro no canal vaginal. O problema foi detectado durante exame físico, quando a médica encontrou pelos de gato literalmente enrolados no fio do dispositivo intrauterino (DIU) da paciente.Segundo a profissional, a mulher havia procurado atendimento inicialmente com suspeita de vaginose bacteriana, mas não havia sido examinada fisicamente antes. Como os sintomas persistiram, ela buscou nova avaliação, momento em que foi realizado o exame ginecológico com espéculo, permitindo a visualização do colo do útero e a identificação do material estranho aderido ao fio do DIU.De acordo com a médica, o acúmulo de pelos foi o principal fator responsável pelo mau cheiro vaginal e pelo desequilíbrio da microbiota da paciente, e não uma vaginose bacteriana propriamente dita. A ginecologista ressaltou que, sem o exame físico, não seria possível identificar a real causa do problema.No relato, a profissional fez questão de esclarecer que a paciente não era descuidada com a higiene pessoal. Ela explicou que a mulher lavava as roupas separadamente e mantinha cuidados adequados, mas destacou que, durante a relação sexual, pelos presentes na cama podem ser introduzidos no canal vaginal junto com o pênis do parceiro, especialmente quando há o uso de DIU.A ginecologista afirmou ainda que essa não é a primeira vez que observa situações semelhantes, relatando já ter identificado casos envolvendo fios de cabelo da própria paciente ou de pessoas que convivem no mesmo ambiente doméstico.Diante do achado, a paciente optou pela retirada do DIU. Segundo a médica, será realizado o tratamento da infecção vaginal vigente e, após a completa resolução dos sintomas, um novo dispositivo poderá ser inserido com segurança.Por fim, a profissional reforçou a importância de consultas ginecológicas regulares, destacando que mulheres que utilizam DIU devem ter o fio avaliado ao menos uma vez por ano ou sempre que apresentarem sintomas, ressaltando que exames de imagem não substituem a avaliação clínica direta.

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