É madrugada do dia 14 de abril e Danilo Neves Pereira caminha pela avenida de Mayo, a famosa via no centro histórico de Buenos Aires que conecta a Casa Rosada e o Congresso. “Eu não cheguei em casa ainda, mas estou morrendo de medo. Tipo, morrendo de medo mesmo”, diz pelo celular. A mensagem de voz chega a um amigo no Brasil com quem, por segurança, ele compartilha informações de um encontro ao qual foi na véspera, perto dali. Em um intervalo de minutos, Danilo envia dois vídeos, ambos mostrando uma pessoa parada perto da saída de um metrô, e quase 20 áudios, incluindo alguns nos quais se ouve apenas burburinhos ou o som dos arcaicos elevadores da capital argentina. O último áudio chega por volta das 4h. Nos dias seguintes, ninguém mais conseguiria contatá-lo. 📲Leia mais na Folha: https://mla.bs/b5699f69📷 Danilo Neves Pereira no Instagram📝 Daniela Arcanjo#PraTodosVerem: Jovem de pele clara e cabelos pretos molhados sorri para a câmera com olhos semicerrados. Ao fundo, mar azul e céu claro com montanha desfocada. Abaixo há a chamada “Brasileiro morto em Buenos Aires relatou perseguição; família não vê caso esclarecido”.
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Brasileiro morto em Buenos Aires relatou perseguição; família não vê caso esclarecido
maio 12, 2026

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