O processo de separação do influenciador Khaby Lame virou assunto central nas redes sociais e em portais de notícias por causa de uma estratégia curiosa envolvendo a divisão de bens. Segundo informações que circulam sobre o caso, uma parcela importante da fortuna do criador de conteúdo não estaria registrada diretamente no nome dele, mas sim em nome de familiares, como o pai. Na prática, isso fez com que, no momento do acerto de contas do divórcio, o influenciador aparecesse com pouco patrimônio oficial, o que mudou o rumo da partilha dos valores acumulados durante a relação.O cenário chama ainda mais a atenção quando olhamos para o sucesso financeiro recente do comunicador. Em janeiro de 2026, ele fechou a venda de sua empresa em uma operação gigantesca, avaliada em aproximadamente 900 milhões de dólares. Esse negócio bilionário incluiu desde os direitos de imagem até a expansão mundial de sua marca pessoal, consolidando o rapaz como um dos nomes que mais faturam no mercado digital hoje em dia. A ex-companheira, que também trabalha com a internet e possui uma fortuna avaliada em 10 milhões de dólares, acabou sendo diretamente afetada por essa estrutura montada. Como os ativos de Khaby não constavam formalmente em seus documentos pessoais, a divisão do que foi conquistado a dois seguiu um caminho jurídico bem diferente do que se costuma ver. A repercussão do caso, que ganhou força especialmente nos dias 3 e 4 de abril de 2026, abriu um debate importante sobre até onde vai o planejamento patrimonial e quais são os limites desse tipo de estratégia legal quando o assunto é o fim de um casamento e a proteção de bens.
O maior tiktoker do mundo vendeu sua empresa por 900 milhões de dólares. A esposa pediu divórcio, mas ele colocou tudo no nome do pai e não vai precisar dividir nada.






